Lua Serena


PRECES...

Escrito em 29 de setembro de 2004.

Esse letra do Frejat é linda e o clip dela mais ainda... se alguém souber como faço para baixá-lo por favor me avise... estou como louca procurando por ele...

Segredos
Composição: Frejat

Eu procuro um amor
que ainda não encontrei
diferente de todos que amei

Nos seus olhos quero descobrir
uma razão para viver
e as feridas dessa vida
eu quero esquecer

Pode ser que eu a encontre
numa fila de cinema
numa esquina ou numa mesa de bar

Procuro um amor
que seja bom pra mim
vou procurar, eu vou até o fim

E eu vou tratá-la bem
pra que ela não tenha medo
quando começar a conhecer
os meus segredos

Eu procuro um amor
uma razão para viver
e as feridas dessa vida
eu quero esquecer

Pode ser que eu gagueje
sem saber o que falar
mas eu disfarço
e não saio sem ela de lá

Procuro um amor
que seja bom pra mim
vou procurar, eu vou até o fim



Escrito por Serena às 01h07
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MAIS POESIAS

Escrito em 29 de setembro

Outro poema musicado pelo Fagner, só que agora da Florbela Espanca, poeta portuguesa maravilhosa.

Fanatismo
Minha alma de sonhar-te anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver
Não és sequer a razão do meu viver
Porque tu és já toda minha vida
Não vejo nada assim enlouquecida.
Passo no mundo meu amor a ler
O misterioso livro do teu ser,
A mesma história tantas vezes lida
"Tudo no mundo é frágil, tudo passa..."
Quando me dizem isso toda a graça
Tua boca divina fala em mim
E olhos postos em ti, digo de rastros:
" Podem voar mundos, morrer astros
Que tu és como um deus, princípio e fim."



Escrito por Serena às 01h03
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POESIAS...

Escrito em 29 de setembro de 2004.

Ouvi essa música do Fagner outro dia no rádio. Eu tinha esquecido do trabalho maravilhoso que ele fez musicando poemas como esse da Cecília Meireles...

Canteiros
Quando penso em você fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa, menos a felicidade
Correm os meus dedos longos em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego já me traz contentamento
Pode ser até manhã, cedo claro feito dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
Eu só queria ter no mato um gosto de framboesa
Prá correr entre os canteiros e esconder minha tristeza
Que eu ainda sou bem moço prá tanta tristeza
E deixemos de coisa, cuidemos da vida,
Pois se não chega a morte ou coisa parecida



Escrito por Serena às 00h59
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CICLOS

Escrito em 29 de setembro de 2004.

Recebi esse texto de uma grande amiga e acho que merece ser colocado aqui...

Encerrando Ciclos

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário,
perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos
- não importa o nome que damos,
que importa é deixar no passado os momentos da vida
que já se acabaram.

Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender
as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em
sua vida, a serem subitamente transformadas em pó.

Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos:
seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã,
todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante,
e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado,
nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará:
não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios,
filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais,
amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora
e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam,
e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.

Por isso é tão importante
(por mais doloroso que seja!)
destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos,
vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível,
do que está acontecendo em nosso coração
- e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que
outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas,
portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço,
que descubram seu gênio, que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa,
que mostra como você sofreu com determinada perda:
isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos,
promessas de emprego que não têm data marcada para começar,
decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo:
diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo,
sem aquela pessoa - nada é insubstituível,
um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba,
mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.



Escrito por Serena às 00h56
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CULTURA INÚTIL...

Escrito em 28 de setembro de 2004.

Outra pérola do jornal...
Você assistiu à trilhogia do Senhor dos Anéis e achava que os elfos eram o máximo. Pois bem, agora você já pode conversar com eles. Acaba de ser lançado “Curso de Quenya – A mais bela língua dos elfos”. O idioma criado por Tolkien e utilizado pelos elfos está sendo ensinado por livro e pela internet. Em 20 lições você aprende como pronunciar e escrever a língua dos elfos. O livro e o site foram desenvolvidos com base no curso do filólogo norueguês Helge Fauskanger, que é especialista nas línguas de Tolkien.




Escrito por Serena às 00h54
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FINAL FELIZ...

Escrito em 28 de setembro de 2004.

Li essa notícia no jornal ontem.
Em 1996, a professora americana Mary Kay Letourneau, de 36 anos, casada e mãe de 4 filhos, se envolveu com Vili Fualaau, seu aluno de 13 anos. O caso veio a público quando o marido de Mary, Steve, descobriu uma carta de amor que ela escreveu para o adolescente. Por causa dessa relação Steve pediu o divórcio e se mudou com os filhos para o Alasca.
Já Mary, foi presa e condenada a seis meses de prisão por corrupção de menores, com uma ordem do juiz para que se mantivesse afastada do garoto.
Durante a prisão, a professora deu a luz a primeira filha do casal, que foi entregue a mãe de Vili para ser criada. Um mês após cumprir a sua pena, Mary foi detida outra vez enquanto se encontrava com o rapaz em seu automóvel, sendo condenada agora a sete anos de prisão. Grávida novamente, ela deu luz ao segundo filho.
Mas parece que finalmente as coisas melhoraram para tão improvável casal. Mary acaba de ser libertada e anunciou que vai se casar com Vili Fualaau, hoje com 21 anos, realizando assim o desejo de ambos.



Escrito por Serena às 00h51
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NÃO HÁ NOITE TÃO LONGA QUE NÃO ENCONTRE O DIA...

Escrito em 27 de setembro de 2004.

Este texto faz parte do livro E por falar de amor de Marina Colasanti.

...“Se você que eu amo tanto, diz que não me ama mais, é sinal de que todas as minhas virtudes não existem mais aos seus olhos. Mas eu havia feito dos seus olhos os meus, eu via o mundo através deles. E se você já não vê o meu valor, como posso eu vê-lo com aqueles pobríssimos olhos que me ficaram? Porque eu te amava, você era o meu espelho. Mas a imagem que me devolve agora não é a mesma de ontem, nem a mesma que, de mim, guardo na lembrança.
Teu desamor me desnorteia. Não sei mais ao certo quem sou, meus contornos se confundem. E como conviver com o fato de que meu amor por você nada te significa, se no meu coração ainda é aquilo que me dá sentido?
Como uma floresta depois do incêndio, é preciso procurar outra maneira de viver. Às vezes demora. Mas há sempre um dia em que, depois de mais uma chuva, começa a brotação.”...
(E por falar em amor – Marina Colasanti – Editora Rocco)



Escrito por Serena às 00h48
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MÚSICA DO DIA...

Escrito em 27 de setembro de 2004.

Grande Chico Buarque...

Pedaço de Mim
Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar

Oh, pedaço de mim
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais

Oh, pedaço de mim
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que já perdi

Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu

Oh, pedaço de mim
Oh, metade adorada de mim
Leva os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus



Escrito por Serena às 00h45
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MAIS UMA...

Mais uma música na linha tem tudo a ver comigo... Ivete Sangalo arrasou...

Faz Tempo
Já não se sabe o momento exato de partir
Não quero me entregar tão cedo
Aquele amor que eu senti quanto te conheci
Não tá rolando mais faz tempo

Não vejo mais o brilho dos seus olhos pra mim
Nem sei se ainda posso mesmo te fazer feliz
Cada momento que passamos, juro, foi bom
Mas tudo que acende apaga, e o que era doce se acabou

E quando eu penso em ir embora
Você não quer me dar razão
Me diz que eu tô jogando fora
O Amor que tem no coração
Eu fico disfarçando e finjo que não sei
Que em pouco tempo rola tudo outra vez


Escrito por Serena às 04h26
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LEGIÃO URBANA...

Agora faço parte da geração saúde... hehehe. Todos os dias, enquanto me mato na esteira, aproveito para ouvir a Nova Brasil FM. Outro dia ouvi essa música do Legião, Vento no litoral, que eu não conhecia. A letra é maravilhosa. Aproveitem...

Vento No Litoral
Composição: Renato Russo

De tarde eu quero descansar, chegar até a praia e ver
Se o vento ainda está forte
E vai ser bom subir nas pedras
Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando tudo embora

Agora está tão longe
Vê, a linha do horizonte me distrai:
Dos nossos planos é que tenho mais saudade,
Quando olhávamos juntos na mesma direção

Aonde está você agora
Além de aqui dentro de mim?

Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você está comigo o tempo todo

Quando vejo o mar
Existe algo que diz:
- A vida continua e se entregar é uma bobagem

Já que você não está aqui,
O que posso fazer é cuidar de mim
Quero ser feliz ao menos
Lembra que o plano era ficarmos bem?

- Ei, olha só o que eu achei: cavalos-marinhos
Sei que faço isso pra esquecer
Eu deixo a onda me acertar
E o vento vai levando tudo embora



Escrito por Serena às 04h24
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NOVAS TRILHAS...

Hoje, finalmente, depois de muito falar, chorar, tentar, eu percebi que: não dá para mantermos algo sozinhos... um relacionamento é feito de dois. Quando só um quer, aí já não é mais possível.
Uma amiga muito querida me emprestou "E por falar em amor", livro de Marina Colasanti, que estou adorando... Tem uma frase dela que eu achei importante colocar aqui: "O amor não faz as pessoas. São as pessoas que fazem o amor".
Algo a se pensar...


Escrito por Serena às 04h16
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OUTRA VEZ...

É possível sentir saudades daquilo que você não tinha, ou pior, imaginava ter???? Nada disso faz sentido, pelo menos não agora, e desse jeito eu sigo em frente. Quem sabe um dia eu descubro a resposta.
Como vocês podem perceber, esse blog é atualizado uma vez por semana, por isso não se espantem com a quantidade de posts...



Escrito por Serena às 03h53
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COMUNICAÇÃO...

Engraçado, essa semana no trabalho, conversando com algumas colegas, percebi o quanto é difícil o entendimento entre homens e mulheres. É incrível, que ainda consigamos namorar, se encontrar, casar, ter filhos... Essa colega do trabalho reclamava do carinha com quem ela estava ficando, dizia que estava cansada de joguinhos e não entendia porque as pessoas quando gostavam não se declaravam, ou seja, porque homens e mulheres não admitiam o que estavam sentindo e conversavam... Essa é uma reclamação muito comum, vejo algumas histórias que acabaram sem mesmo terem começado, simplesmente por falta de comunicação. O tempo passa, mas homens e mulheres ainda padecem pela palavra...

Escrito por Serena às 03h52
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TROCANDO EM MIÚDOS...

Como é difícil terminar uma relação. Sentir-se novamente uno, parece uma coisa inconcebível. Se você é quem termina, acho que deve ficar uma sensação de liberdade. Como esse não é o meu caso, posso dizer que, quando não é você quem termina, fica uma sensação de meu mundo caiu. Você não sabe dizer de onde veio o terremoto que te abalou, e o pior, fica a dúvida, pra onde foi todo o amor. É possível que ele acabe assim?
Bem, isso é algo que eu acho que eu não vou conseguir responder, não por enquanto.
Nesses momentos a música tem sido uma ótima parceira, para chorar as mágoas, para levantar o ânimo e por ai vai. Tem uma música do Daniel (tá eu sei que é brega, mas isso não vem ao caso agora), que eu já cantei muito e que diz o seguinte: "...Pra falar a verdade / na realidade / é que pra você o nosso amor desencantou / só que no meu caso / saiu tudo errado / se o tempo apaga / dessa vez não apagou..." É bem isso que estou sentindo no momento...
Pelo menos tem uma coisa boa. Sai da fase do trocando em miúdos. Essa é uma música do Chico Buarque que fala sobre a separação de um casal.O Chico consegue escrever de uma maneira que até hoje eu fico de queixo caído, ele descreve os sentimentos como ninguém. Algumas letras dele são pura poesia. Deixo aqui a letra pra vocês:

Trocando em miúdos
Chico Buarque

Eu vou lhe deixar a medida do Bonfim
Não me valeu
Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim?
O resto é seu
Trocando em miúdos, pode guardar
As sobras de tudo que chamam lar
As sombras de tudo que fomos nós
As marcas do amor nos nossos lençóis
As nossas melhores lembranças
Aquela esperança de tudo se ajeitar
Pode esquecer
Aquela aliança, você pode empenhar
Ou derreter
Mas devo dizer que não vou lhe dar
O enorme prazer de me ver chorar
Nem vou lhe cobrar pelo seu estrago
Meu peito tão dilacerado
Aliás
Aceite uma ajuda do seu futuro amor
Pro aluguel
Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde



Escrito por Serena às 03h50
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CRÔNICAS...

Tem uma cronista (não sei se ela pode ser chamada dessa maneira, mas lá vai) que eu adoro. A Martha Medeiros mora em Porto Alegre e escreve todas as semanas para o site Almas Gêmeas. Nem sempre concordo com o que ela escreve, mas isso não vem muito ao caso. O que adoro é que muitas vezes ela consegue responder algumas das minhas inquietações mais íntimas. E quem poderia pedir mais do que isso. Para ter uma idéia do seu estilo, estou colocando aqui um dos textos que mais gosto.

"PARA QUE SERVE UMA RELAÇÃO?

Lendo a entrevista que o médico e escritor Drauzio Varela deu para a revista Marie Claire, encontrei a definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação: "uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil"

Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom e merece ser desenvolvido. Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo. Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois."
(Martha Medeiros - 07 de Abril de 2003 - Site Almas Gêmeas / Portal Terra)

Se quiserem conhecer mais um pouco do trabalho da Martha, deixo aqui o link para o site: www.terra.com.br/almas
Lá você encontra em arquivo todas as colunas já escritas pela Martha.



Escrito por Serena às 03h41
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CASA NOVA E BOAS VINDAS...

Por indicação de uma amiga, cá estou eu em nova casa. Sejam bem vindos!!!
Há muito tempo penso em criar um blog, para deixar minhas impressões sobre algumas coisas que tem mexido comigo... De tanto pensar, resolvi colocar em prática o que queria... Espero que gostem.



Escrito por Serena às 03h24
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